(A minha maneira de ser...)
Todos Nós, feitos escravos, acabamos sempre por aprender a fazer batota, com a nossa maneira de ser.
Talvez possa ser estranho, ontem nas ruas como qualquer pessoa, olhei para a estrada despreocupadamente.
De repente vi que estava feliz, mortalmente feliz, mas tão feliz, que me parecia ser impossível, viver amanhã, não porque a felicidade fosse excessiva, mas porque seria?
E pensar na ida e na volta sempre prematura, e o desvendar de palavras não ditas não era coisa que assustava.
Mas as ditas, essas sim, essas que tanto me elevam, que assistam, que me levam pelos vários caminhos de vertentes astutas.
Mas esqueço a razão, tal como a razão esqueceu.
Imaginei que tudo era apenas reflexo do nevoeiro.
Perturbei-me!
Mas lá no fundo, sei que também é.
A minha maneira de ser!
(André...)

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