(Eu vi o melhor e o pior...)
São corpos de altruístas,
ou daqueles alternados...
ou daqueles alternados...
Que é o ato de dar...
Uma coisa na vida necessária desesperadamente,
dada a outra,
sobrevivem...
dada a outra,
sobrevivem...
E o que parece transparente é a chama,
queima tão intensamente que parece vidro...
queima tão intensamente que parece vidro...
Talvez a própria vida...
Os corpos mais bonitos,
não são transparentes,
às vezes cor de chumbo,
de um modo que parece um monumento...
não são transparentes,
às vezes cor de chumbo,
de um modo que parece um monumento...
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Saber onde está a beleza,
de um corpo degradado,
ou talvez,
é a degradação do corpo numa cidade...
de um corpo degradado,
ou talvez,
é a degradação do corpo numa cidade...
Naquela cidade com toda a sua dor...
Os corpos que parecem transparentes,
são feitos de gelo tão puro que parece...
são feitos de gelo tão puro que parece...
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As ruas cheias de esgoto...
Os cacos de vidro onde se deseja pisar,
vislumbre do próprio rosto que não pesa nada...
vislumbre do próprio rosto que não pesa nada...
As luzes cheias de escuridão...
Os momentos de confusão...
Voz na a infinita sabedoria...
Olhar no aguardado dia...
De que o mundo é isso,
que eu acho que sei...
que eu acho que sei...
Tem que ser o mais cruel,
todos eles podem ser igualmente cruéis...
todos eles podem ser igualmente cruéis...
Eu vi o melhor e o pior.
(André...)

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