segunda-feira, 2 de dezembro de 2019


(Na planície da Terra-Velha...)

Um largo espaço assim, com o mundo inteiro a vibrar para além da visão. Algum tempo depois, novamente veio o silêncio.
Rumores de um esfregar que invade, uma fresta que se alargou. Então deu-se num relance a explicação do enigma de uma esfinge. Um sinal de discórdia cobre a sala, tudo o que foi está mais longe, um papel ressequido feito com o que parecia ser um cordão áspero, não se conhece nada além de um papel guardado ao meio. Onde se encontram letras, que rapidamente emergem, desenhadas com detalhes, movimentos para uma superação ondulante, longe de uma sala escura da frente de uma manhã. Essa fonte de conhecimento para fora através da folha que voa para longe ao longo de um traço de avião. Foi fracassado pelo que estava desesperado, inscrito nessa negligência significativa. Para o que está vazio da emoção, é inexistente não consegue encontrar o motivo. Assim como a vontade desse motivo que se  carrega. Sim, a decência existe, o lugar onde  brisas silenciosas vão além do horizonte até o nada. Vive no advento do cobertor, para saber novamente, saber exatamente o que significa respirar novamente. Não existe razão para coisas tão irreais quanto possam parecer que ocorram nesta vida. Mais uma vez, uma sala cheia de pensamentos, uma esfinge a enroscar-se, um lugar pacífico para se estar.
Na planície da Terra-Velha.

(André...)

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