(Um cheiro a vermelho, verde e azul...)
Não estou de joelhos! Dizem as pessoas que tiveram dificuldades esta semana. Dizem algo sobre o brilho e a secura e dizem que esperam que isto mude. Nisto pressionam o barro, lançam um grão de poeira no ar. Pegam num pequeno e suave disco de plástico, e seguram como um coração de aves na palma da mão. Fartam-se de ouvir o CD riscado da radio, que escorregou e bateu, numa época em que todo um país esta sob o mar, de ondas vermelhas, chuva verde e neve azul.
Então o meu dedo desliza pela superfície, e analisa o plástico em dois e depois em quatro, onde arestas têm um fim ao pé das plantas suburbanas.
Tens palavras, alguém me pergunta?
E eu repondo que tenho pássaros roxos, e os corações deles têm quatro espaços, um para cada resposta a pergunta como estas. Depois dos romances dos altos terraços dia montes altos, sem culpa, nas minúsculas esquinas esgotáveis da rua, nas bibliotecas abandonadas, eu volto para a rua meio louco, cheia de estrofes sem sentido e onde os acadêmicos parecem mais sem sentido. Onde já posso ver versos minúsculos, cantos inesgotáveis das ruas, nas bibliotecas abandonadas.
Então eu escondo o rosto, no princípio da lei da frontalidade egípcia, e apenas vou ser o meu próprio amigo, ser o meu próprio faraó, defendendo as pirâmides dos Romanos. Porque eu, sou apenas uma mente cinzenta em um universo de preto e branco, misturado por diversas cores. E todas as vezes que olho para cima, uma faísca desperta. Um acender de uma chama, uma visão da realidade. Que no final do dia nós apenas somos cores misturadas aos olhos do outro. Onde é melhor deixarmos de olhar com o consentimento do silêncio, das visões. E as ruas comtemplam-se, se completam, e esta inovação irá aumentar para um ousado frescor. Um cheiro a vermelho, verde e azul.
Então o meu dedo desliza pela superfície, e analisa o plástico em dois e depois em quatro, onde arestas têm um fim ao pé das plantas suburbanas.
Tens palavras, alguém me pergunta?
E eu repondo que tenho pássaros roxos, e os corações deles têm quatro espaços, um para cada resposta a pergunta como estas. Depois dos romances dos altos terraços dia montes altos, sem culpa, nas minúsculas esquinas esgotáveis da rua, nas bibliotecas abandonadas, eu volto para a rua meio louco, cheia de estrofes sem sentido e onde os acadêmicos parecem mais sem sentido. Onde já posso ver versos minúsculos, cantos inesgotáveis das ruas, nas bibliotecas abandonadas.
Então eu escondo o rosto, no princípio da lei da frontalidade egípcia, e apenas vou ser o meu próprio amigo, ser o meu próprio faraó, defendendo as pirâmides dos Romanos. Porque eu, sou apenas uma mente cinzenta em um universo de preto e branco, misturado por diversas cores. E todas as vezes que olho para cima, uma faísca desperta. Um acender de uma chama, uma visão da realidade. Que no final do dia nós apenas somos cores misturadas aos olhos do outro. Onde é melhor deixarmos de olhar com o consentimento do silêncio, das visões. E as ruas comtemplam-se, se completam, e esta inovação irá aumentar para um ousado frescor. Um cheiro a vermelho, verde e azul.
(André...)

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