E é-me tudo conhecido...
Aqui está um sentimento algo estranho, que desliza como um peso nos meus olhos.
A luz que atingiu uma folha e há uma explicação, as cores mudam os campos eletromagnético...e o vento não é a única coisa que move as árvores...
Literalmente disse:
"podia literalmente ver através de mim"...se o disse figurativamente, tomei-o literalmente, sem o medo, ou que a luz deslize para baixo...e aí, não pode queimar a terra que alimenta...
De onde virá essa atividade moral?
No princípio dos nossos antepassados...a nossa perseguição na forma de como as árvores pareciam flutuar livres de si mesmos, enquanto superficialmente enraíza na terra...
O começo e o fim que desdobram-se...como compactuar com a responsabilidade em relação aos outros?
Não pedir demais...não procurar, não tentar dominar, não oprimir?
Ou será alguém oprime inconscientemente?
Acho que não vem só do desejo puro de dominar.
E o que resulta quando é... é essa dominação quando é resistida ou frustrada...
Um desejo puro que cria de uma narrativa inscrita de sintaxe e gênero. Mãos, olhos, bocas, autenticidade, uma cidade sem espelhos...
É assim que nasce o desejo?
De ter menos ou de querer mais?
Porque tocar, é simetria, realidade através de um limiar de um sonho, e olhar para fora da janela esta manhã... e é-me tudo conhecido.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Sejam bem-vindos...
Sintam-se em casa.