Escrever.
É uma merda. É uma arte. É uma festa perigosa, e todos gostam. Um rastreio perfeitamente validado, transformar tudo em memórias de cinzas. Uma parede limpa de pregos... para os fantasmas passarem.
Onde está a poesia das resistências, a poesia dos desafios, sem medo de mentiras de políticos de carreiras e homens de negócios. Sobre esticar o elástico teórico de concepções... até que a medida seja adequada.
Em um momento de danos climáticos extremos, notícias falsas, verdades alternativas e euismo. Estrias de sangue, arrancadas de pulsações e misericórdia... mas como a mão repete um movimento, para sempre, escrever.

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