quarta-feira, 21 de dezembro de 2022
domingo, 11 de dezembro de 2022
E assim, falo em mais dos mesmos escritos, contando folhas pelo meio, sem tentar ser um ser suplicante. E compondo cantos patrióticos, animados por tribos comodistas, um peso morto de povos e nações, de que há tantos exemplares naqueles como nos atuais.
E tornar possível perceber a oposição, que instituições de fomento intelectual fazem à ideia de aceitar, entre seus membros, pessoas e até animais.
E aquilo que não proíbe, com a mais viva satisfação declara, que não se pode legalmente disputar como um todo o direito de fazer parte desta importante associação.
E por consequência, e que, apesar de todos os artifícios de uma modéstia não calculada, não deixam de enfastiar o sonhador. Mas os loucos, esses que na volta de um status-quo, são retirados de pensamento e levados para uma possível oportunidade.
No qual são re-obrigados a aprender a contar, ler, falar e escrever as línguas, além de música, piano, dança, desenho, um bordado escondido, por trás de um confecção de flores, beijos e doces.
Posso ter escolhido o tema que tantos por aqui, o regeitam falar, o Amor. Pergunto eu, o que é o amor?
sábado, 10 de dezembro de 2022
Hoje sou o Canário mais feliz deste mundo!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
🤜🤛 Respeitem-se uns ao outros. Apoiem as artes e a cultura. Façam o que vos digo... ou não façam o que faço.
domingo, 15 de dezembro de 2019
Nisto sente e ouve, um grande alarido. Gritos de todo o lado. Passos de corrida de patas de grandes animais. Continuavam os gritos. E um por um desapareceram os sons dos gritos. Apenas ouvia o arfar de animais cansados, que se afastavam aos poucos. Então um vulto apareceu, na entrada da caverna. O homem sem saber o que fazer, levantou-se e esperou pelo ataque do animal. Esperou a morte. Mas nada aconteceu. Viu um animal erecto, uma figura de cabelos compridos, com uma vestimenta como nunca tinha visto. Olhava perto da parede para os desenhos. Contornava as figuras, com os seus 3 dedos, e soltou um som que quase parecia que chorava. Aproximou-se do homem. Retirou os cabelos compridos, que afinal eram um tipo de máscara e sorriu. Poupou a vida ao pequeno homem. Mas o homem por razões desconhecidas. E milénios mais tarde foi encontrado, enterrado no chão daquela caverna, junto aos seus desenhos. Reza a lenda que quem entra naquela caverna, e olha para o que ele produziu, saí de lá com um sorriso ao ve-las. Eram apenas simples pinturas rupestres sem sentido...Ou talvez não.
Já não eram só os melros, gaivotas. Eram também melras e gaivotos. Animais de todo o tipo, que mais parecia uma gigante arca de Noé. Uma arca muito grande, porque não era só um espécime de cada espécie. Eram famílias inteiras. Mas o mais interessante, e como autor deste texto não posso de deixar de ficar perplexo...



