quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023




A minha esperança...


Uma terra onde o ar é mais azul, de onde sento e olho o espaço,até é um lábio. Impossível,saber a diferença, sobre os corpos amassados,o sol derramado. Inspiração é a radiação mais mortal. Assim que chega, a terra é celestial. Como o vinho espera anos e anos para atingir o pico. Eu juro que ainda sonho...

O velho Sócrates é que estava correto ao contar aos amigos atenienses, que os governos são apenas isso...uma pessoa com muitas cabeças que não pode pensar como um só. E eles balançam da paz para a guerra, e de volta...uma ampla força de uma forca, assim como o pêndulo do relógio do mundo. 

Uma guerra para alimentar as crianças,a mesma guerra para vestir as costas. E a guerra para pagar a guerra para manter cheio o tanque de guerra para acabar com a loucura calculada. Os pobres. Pobres eles e vamos nós,que batalhamos aqui em casa,temos o nosso dia ao sol...da liberdade!

Os bilhões de seres humanos vivem na Terra agora! Deslocamos ou extinguimos tantas outras espécies,na verdade perdemos noção...existem poucos lugares onde os estranhos podem ficar respeitosamente juntos em silêncio. Até 80% da comunicação humana é não-verbal, lembre-se deste pormenor.

E posso dizer que...então,nós existimos? Veio-me uma leve inclinação azul e branca. A palavra como anjos lamuriosos para amargar, que a partícula é invisível, como a luz se curva em torno de um corpo. A matéria é hipotética,conhecer o que não pode ser visto...

O descontentamento a irromper de novo e outra vez...novo. Uma mentira ninguém olha porque ninguém se importa, agarrado ao prazer de um toque de sanidade de vítima das vítimas. Ao lutar contra o papel que empurro o dia todo,a minha esperança.  

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