quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

 E é-me tudo conhecido...


Aqui está um sentimento algo estranho, que desliza como um peso nos meus olhos. 

A luz que atingiu uma folha e há uma explicação, as cores mudam os campos eletromagnético...e o vento não é a única coisa que move as árvores...

Literalmente disse:

"podia literalmente ver através de mim"...se o disse figurativamente, tomei-o literalmente, sem o medo, ou que a luz deslize para baixo...e aí, não pode queimar a terra que alimenta...

De onde virá essa atividade moral?
No princípio dos nossos antepassados...a nossa perseguição na forma de como as árvores pareciam flutuar livres de si mesmos, enquanto superficialmente enraíza na terra...

O  começo e o fim que desdobram-se...como compactuar com a responsabilidade em relação aos outros?
Não pedir demais...não procurar, não tentar dominar, não oprimir?
Ou será alguém oprime inconscientemente?

Acho que não vem só do desejo puro de dominar.
E o que resulta quando é... é essa dominação quando é resistida ou frustrada...
Um desejo puro que cria de uma narrativa inscrita de sintaxe e gênero. Mãos, olhos, bocas, autenticidade, uma cidade sem espelhos...

É assim que nasce o desejo?
De ter menos ou de querer mais?
Porque tocar, é simetria, realidade através de um limiar de um sonho, e olhar para fora da janela esta manhã... e é-me tudo conhecido.



No começo de dia que o é...


Existe em todo o sentimento que eu liberto, são as palavras de um poeta, um enigma do nosso tempo, onde os versos são as peças...

(de vez em quando)

numa mente alta e aberta...sentindo como a bondade da terra consegue ver coisas destas, que a verdade refundida está na boca do poeta.

A vida é bela, é justa e não tem um lugar...entendi que tenho algumas experiências

(de vez em quando)

com a minha mente ou se tivéssemos sorte ou o azar...os viveríamos de cada vez, da mesma maneira.

E o pão do nosso de cada dia...os verdadeiros génios só podem ver em retrato, a palavra são a tecla

(de vez em quando)

e sem tela, preso aos olhos estelares de um fogo, para fazer esta poesia...

onde eu só preciso de uma janela...

Ela está iluminada nas palavras  que eu propago...apenas a primeira de outras idênticas que está para fome...

(de vez em quando)

Falar de luz, por favor, deixa-me falar sobre o teu nome...do bom de ficar ao escuro, e ficar a falar mais de quão, tens esse fogo.

...Porque eu trago comigo os sonhos para realizá-los antes que o Sol se faça encantar... eu apenas quero o calor humano quente o suficiente 

(sempre)

e o abraço, quando chegar... e nos deixar seguir em frente, onde aí eu arrasto a luz, no começo de dia que o é.

sábado, 21 de janeiro de 2023





Eu a contemplei...


Qual é o tamanho do Universo e qual é a sua origem?

Por incontáveis ​​gerações,
essas foram questões para teólogos, 
filósofos e poetas...

Achei eu, aquela era uma flor visionária...

E se não for um processo de realizar o  experimento...

O fazer observações, não aumenta tremendamente nosso conhecimento científico definitivo...

E não permite tirar conclusões,
e apenas nos envolvemos em especulações...

Mas a terra não é só feita de terra,
de terra outra terra à terra adicionada, 
terra que enterrou a terra em uma sepultura de terra...

Que acalmou-me o olhar ofuscado com um brilho embriagado...

Uma rosa silvestre visionária e trajada de ouro, 
liderada pelo devaneio...

A lua surgiu e tapou o leste mais sombrio...

Mais do que quaisquer olhos acordados, 
eu a contemplei.





Em que planeta se pode encontrar um rosto apagado?

Em que nação foi filmada fora da sua extinção e trazida á tona por um orvalho congelado?

Em que prole se arranca um olho em troca de outro para receber outro manchado de sangue?

 




Apenas a possibilidade de uma nova conquista de sonhos e liberdades...


Uma criança está destinada a ser jovem, o jovem a ser adulto, o adulto velho, o velho uma simples poeira vital para completar o círculo de vida de todo o universo...

Uma visão animista de vida das palavras mas suas dimensões segmentares, aos
fenômenos que nele acontecem...

Guerras, escravos, segredos por encontrar, uma certa possibilidade de utopia e no futuro recuperar e mergulhar na magia...

O universo e a sociedade formam um todo, impossível de dissociado... apenas a possibilidade de uma nova conquista de
sonhos e liberdades.




Escrever.


É uma merda. É uma arte. É uma festa perigosa, e todos gostam. Um rastreio perfeitamente validado, transformar tudo em memórias de cinzas. Uma parede limpa de pregos... para os fantasmas passarem.


Onde está a poesia das resistências, a poesia dos desafios, sem medo de mentiras de políticos de carreiras e homens de negócios. Sobre esticar o elástico teórico de concepções... até que a medida seja adequada.


Em um momento de danos climáticos extremos, notícias falsas, verdades alternativas e euismo. Estrias de sangue, arrancadas de pulsações e misericórdia... mas como a mão repete um movimento, para sempre, escrever.





 


Como é possível?

Uma escada do metro vazia... cada degrau desacelera para um guincho quando avistado por sapatos encharcados. Sinalizador de luzes de emergência em cada membro de sua vigília. Pulsa perto do pé... enquanto se fecha por baixo da saia do peregrino.