sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Está sempre presente...


O clima de Janeiro petrificado.

É apenas uma coisa, o caminhar entre as longas estradas de estrelas à beira-mar, de olhos leves de uma malandra.

O não retorno respirável em um mundo feito de madeira, rajada de aço.

Um episódio de tempestade no centro que ainda cai em pedra.

Caules de poemas longos preservados na escuridão e na memória, como ninfas selvagens  lançadas ao mar...

(para evitar a captura)

Como minha própria vida é um líquido, sinal de enorme em amor, inventado como um cometa que se divide entre nós...

(e o ar)

Um toque de quase, ao seio, um pensei aos olhos, uma agulha lacada de vermelho onde existe o branco, uma após uma, a imagem do bom demente.

Um amor... e isso é apenas uma coisa, um escuro, feroz e lindo.

Em que a surpresa é que a surpresa, uma vez passado, está sempre presente.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Está sempre presente...


O clima de Janeiro petrificado. É apenas uma coisa, o caminhar entre as longas estradas de estrelas à beira-mar, de olhos leves de uma malandra.


O não retorno respirável em um mundo feito de madeira, rajada de aço. Um episódio de tempestade no centro que ainda cai em pedra.


Caules de poemas longos preservados na escuridão e na memória, como ninfas selvagens  lançadas ao mar... (para evitar a captura)


Como minha própria vida é um líquido, sinal de enorme em amor, inventado como um cometa que se divide entre nós...(e o ar)


Ofereço a minha terrível sanidade, a voz eterna que me impede de alcançar. E estejamos próximos um do outro na vida.


Onde sinto o desespero como um gigante congelado no cimento, sonho turbulento num telhado, enquanto eu não pensava em nada.


Um toque de quase, ao seio, um pensei aos olhos, um agulha lacada de vermelho onde existe o branco, uma após uma, a imagem do bom demente.


Um amor... e isso é apenas uma coisa, um escuro, feroz e lindo. Em que a surpresa é que a surpresa, uma vez passado, está sempre presente.

Ir atrás deste mero fragmento...



Todos os dias a madrugada encontra-se nua...e perguntou-me, se não se perdeu inteiramente na noite, a suas roupas, os preceitos, preconceito, individualidade.

O que vem da preposição, do amor, interioridade penetrada. Nesta nova e repentina abertura, há...carne viva ao vento.

A guerra branca da neve contra o vento.

A neve que cobre tão soberbamente apenas os topos com o encantamento. 

Às vezes, é através do lado enigmático que encontramos-nos mais nus. 

Na suspensão da nuvem que flutua no ar prateado, animados por nada mais mágico como a ressurreição.

Ouvir o eco de uma luz fraca, fria da origem ao viajar até nós. 

Do nosso centro, não podemos ver além do fraco crepitar do brilho de fundo. 

Além dessa margem escura, uma história sobre sofrimento. 

E não porque sofremos, mas porque essa é a história que nos ensinaram a pensar...

O chão balançou como um trampolim, uma voz ameaçadora riu de um deus. 

E aqui está a tua  sombra, que caiu no buraco, caiu num dos esgotos e na distância alguém dormiu numa laje de pedra, era um corpo enrolado para o lado descoberto por algum cobertor.

Uma metáfora, a neve também é uma metáfora, encontrarmos-nos inteiros e sagrados, vivos e respirando. Corpos cobertos de branco, aquecem, congelam.
Somos todos rígidos com isso. Sobre a história, algo diferente...
Algo sobre a chuva, o som dela, como é andar em direção ao paraíso...
A melancolia...
a carne manchada... 
a esperança... 
a dor de afinal...
afinal é no coração que existe a fonte de nosso maior sofrimento...

O coração é aquilo sem o qual não podemos viver...deve estar inteiro, intacto...aninhado atrás, dentro, pode ser esculpido em uma lasca de si mesmo e pode viver de alguma forma, ir atrás deste mero fragmento.

Só temos uma opção...

O tempo é pouco para perde-lo...o tempo é algo que alguém pode possuir ou ele foge de nós...uma mensagem do passado espalhada pelo céu negro, do submundo, ao passado, ou seria mais correto dizer que já estamos dentro do submundo...que o apocalipse não é um espetáculo. 

O tempo emite um silêncio, o som da estrela chorou... 

Insónias diurnas a dentro, como um Lobo sou eu a ser...que sou. 

Uma possível experiência somática para as formigas, mas pode não ser para as humano ou o inumano. 

Noites em cinzento feitas de tempo, como a cor dos sonhos perdidos. 

De vez em quando chega a chuva para reprimir a raiva dos gritar...quando a raiva encharca o rio como o mar...a alma é simplesmente a respiração, a alma é nada.

E quando os raios estranhos da estrela obliteraram a sombra, esses sicômoros de aparência envergonhada no tempo, revelam tudo o que valem numa maneira ligeiramente ficcional. 

Contra a puta da opressão. A nossa opinião conta... só temos uma opção.

 E é-me tudo conhecido...


Aqui está um sentimento algo estranho, que desliza como um peso nos meus olhos. 

A luz que atingiu uma folha e há uma explicação, as cores mudam os campos eletromagnético...e o vento não é a única coisa que move as árvores...

Literalmente disse:

"podia literalmente ver através de mim"...se o disse figurativamente, tomei-o literalmente, sem o medo, ou que a luz deslize para baixo...e aí, não pode queimar a terra que alimenta...

De onde virá essa atividade moral?
No princípio dos nossos antepassados...a nossa perseguição na forma de como as árvores pareciam flutuar livres de si mesmos, enquanto superficialmente enraíza na terra...

O  começo e o fim que desdobram-se...como compactuar com a responsabilidade em relação aos outros?
Não pedir demais...não procurar, não tentar dominar, não oprimir?
Ou será alguém oprime inconscientemente?

Acho que não vem só do desejo puro de dominar.
E o que resulta quando é... é essa dominação quando é resistida ou frustrada...
Um desejo puro que cria de uma narrativa inscrita de sintaxe e gênero. Mãos, olhos, bocas, autenticidade, uma cidade sem espelhos...

É assim que nasce o desejo?
De ter menos ou de querer mais?
Porque tocar, é simetria, realidade através de um limiar de um sonho, e olhar para fora da janela esta manhã... e é-me tudo conhecido.



No começo de dia que o é...


Existe em todo o sentimento que eu liberto, são as palavras de um poeta, um enigma do nosso tempo, onde os versos são as peças...

(de vez em quando)

numa mente alta e aberta...sentindo como a bondade da terra consegue ver coisas destas, que a verdade refundida está na boca do poeta.

A vida é bela, é justa e não tem um lugar...entendi que tenho algumas experiências

(de vez em quando)

com a minha mente ou se tivéssemos sorte ou o azar...os viveríamos de cada vez, da mesma maneira.

E o pão do nosso de cada dia...os verdadeiros génios só podem ver em retrato, a palavra são a tecla

(de vez em quando)

e sem tela, preso aos olhos estelares de um fogo, para fazer esta poesia...

onde eu só preciso de uma janela...

Ela está iluminada nas palavras  que eu propago...apenas a primeira de outras idênticas que está para fome...

(de vez em quando)

Falar de luz, por favor, deixa-me falar sobre o teu nome...do bom de ficar ao escuro, e ficar a falar mais de quão, tens esse fogo.

...Porque eu trago comigo os sonhos para realizá-los antes que o Sol se faça encantar... eu apenas quero o calor humano quente o suficiente 

(sempre)

e o abraço, quando chegar... e nos deixar seguir em frente, onde aí eu arrasto a luz, no começo de dia que o é.

sábado, 21 de janeiro de 2023





Eu a contemplei...


Qual é o tamanho do Universo e qual é a sua origem?

Por incontáveis ​​gerações,
essas foram questões para teólogos, 
filósofos e poetas...

Achei eu, aquela era uma flor visionária...

E se não for um processo de realizar o  experimento...

O fazer observações, não aumenta tremendamente nosso conhecimento científico definitivo...

E não permite tirar conclusões,
e apenas nos envolvemos em especulações...

Mas a terra não é só feita de terra,
de terra outra terra à terra adicionada, 
terra que enterrou a terra em uma sepultura de terra...

Que acalmou-me o olhar ofuscado com um brilho embriagado...

Uma rosa silvestre visionária e trajada de ouro, 
liderada pelo devaneio...

A lua surgiu e tapou o leste mais sombrio...

Mais do que quaisquer olhos acordados, 
eu a contemplei.