Está sempre presente...
O clima de Janeiro petrificado. É apenas uma coisa, o caminhar entre as longas estradas de estrelas à beira-mar, de olhos leves de uma malandra.
O não retorno respirável em um mundo feito de madeira, rajada de aço. Um episódio de tempestade no centro que ainda cai em pedra.
Caules de poemas longos preservados na escuridão e na memória, como ninfas selvagens lançadas ao mar... (para evitar a captura)
Como minha própria vida é um líquido, sinal de enorme em amor, inventado como um cometa que se divide entre nós...(e o ar)
Ofereço a minha terrível sanidade, a voz eterna que me impede de alcançar. E estejamos próximos um do outro na vida.
Onde sinto o desespero como um gigante congelado no cimento, sonho turbulento num telhado, enquanto eu não pensava em nada.
Um toque de quase, ao seio, um pensei aos olhos, um agulha lacada de vermelho onde existe o branco, uma após uma, a imagem do bom demente.
Um amor... e isso é apenas uma coisa, um escuro, feroz e lindo. Em que a surpresa é que a surpresa, uma vez passado, está sempre presente.
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