segunda-feira, 16 de dezembro de 2019



(É uma bola rápida que se divide em duas...e...)

Comentador -- E é o último inning e estão empatados... Nesta grande final Universal de Baseball, entre os Master's Yankees e os Rebel's  Dodgers !!! No pitch está o grande pitcher dos Rebel Che... Exausto!!! Com o braço direito já todo dorido... Sem forças para continuar!!! O Coach Mao caminha para o centro do campo!!! Não parece muito satisfeito!!! Cara de zangado digo eu!!! Snoop Dogg o que achas?

S. P -- Sssjjjhhh....Sssjjjhhh...Vai um passa yyoo?

Comentador -- Não muito obrigado ando em abstinência...Achas que o Ernestinho Cheguevarista aguenta?

S. P -- O bacano aguenta bem...Faz aquilo como eu faço o meu RAP...yyoo...
Comentador -- Bela perspectiva de jogo... Mas aproxima-se o final do jogo... E ainda tem pela frente o Pai Natal  a bater em primeiro,  o Abraham, e  depois Ford... É uma tarefa difícil...

S. P -- Nepia Bro... Ele vai lá e bate bem...yyoo...

Comentador -- Agora vai o adjunto Fidel para junto do Coach Mao... Vamos ver o que dizem os microfones de campo...

S.P -- Sssjjjhhh... Sssjjjhhh... Bora lá bro... Ssshhhhhhjjjjjj

(No campo...)

Mao -- Mim dizel que tu não estás capaz sai já do campo... É uma oldem!!!

Cunhal -- Camarada não é bem assim... Ele aguenta... Che como estás... Estás capaz?

Che -- Doi-me o braço... Mas jogo com o esquerdo... Sou ambidestro... O que me está a matar é a asma...e falta de descanso...

Mão -- Se não sail... Eu mandal executal com bala de tanque...

Cunhal -- Camarada não é bem assim... Che vamos eu levo-te ao colo...

(Na cabine de som...)

Comentador -- Che está a ser levado ao colo por Che... Grande jogador o El Comandante... Excelente com 13 Strike out's hoje... Imparável! Snoop o que me dizes... Snoop... Snoop...

S.P-  Roncccc... Xxxxxx... Roncccc... Xxxxxx

Comemtador -- Este já não acorda hoje! Continuando... Parece que vai haver um substituição nos Rebel's...Quem será? No Banco temos as seguintes opções... O velho mas já cego Balboa desde que levou uma bolada do Russo Drako já não é o mesmo... Jesus já não é opção nesta equipa... Desde que foi jantar com os amigos que não se sabe mais dele... Só resta o jovem Rockiie Bim... Desculpem Bin... Contratação de última hora vindo da universidade de Langley... Bem sabemos que nunca veio coisa boa de lá  meus todas guernicas.. Lembremos o jovem Snowdem... Que deu muito que falar... E quando mudou para os Anonimous Submit's... Grande bronca essa... Mas adiante no jogo... E agora o jovem Bin... Está no banco a preparar o equipamento... E que equipamento... Nunca vi tal coisa... Deve ser alguma novidade da Nike... Mas vamos outra vez para o microfone de campo... Neste caso do banco...Mas antes uma publicidade...

(PuB...)

Este ano a #calzedonia, o #continente e  #pingodoce #auchan a #TVI, a #RTP #SIC...tenho preguiça de por hashtags isso é publicidade, e isto é uma mensagem, um texto artístico...estão a fazer uma campanha de Meias 1000%... Compre as meias e o valor das meias reverte inteiramente e totalmente para todos os # de instituições de solidariedade em Portugal.. Compre e aproveitem a dica não se vão arrepender!

(Fim de PuB...)

(No banco...)

Bin -- Amarala Amarala...Grrrrr

Robin -- Sem Pavor tu  que também combateste os mouros ele está a dizer o que?

Geraldo -- Não sei se saberei...ohhh dos Bosques... Ama-los Ama-los... A todos

Robin -- Parece mais Mata-los... Mata-los... A todos...

Judas Tadeu ou Iscariotes (São Judas a mais) -- Vocês são mesmo uma cambada de Broncos... Alá é Grande... É a cultura deles meus caros... Mas se quiserem posso vos enviar um emojoy com um beijo e compreendem melhor...

Geraldo e Robin -- Vá de reto seu bicho papão...

Judas Tadeu ou Iscariotes (São Judas a mais)-- 😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘

(Na cabine de som...)

-- E o jovem Bin sobe para o pitch... Pai Natal está preparado... Balança o taco com firmeza... A catcher d'Arc... A única e exclusiva a imparável pró/ficçãonal pede uma bola curva com os seus dedos...Bin abana com a cabeça que não...eeee...VAIIII LANÇAR A BOLA... É uma bola rápida que se divide em duas...e...


(André...)

O final desta tentativa de fazer humor negro, e já sabemos todos qual é. Se não investirmos na cultura e nas artes decentemente. Falo da classe política, fornecer melhores e mais condições e recursos. O que define um país é a sua cultura e artes. Sejam elas anónimas, um simples artista de rua, um músico clássico ou mesmo de outro estilo, uma pintora, um cómico de stand up, uma  poeta, um escultor, actores actrizes de teatro, cinema que podíamos ter bons e grandes filmes (fica a dica dada)  etc... etc...E já agora faz uns  dias morreu um grande artista nas ruas de Sintra, nas ruas deste país, numa estação de comboio, dentro de uma tenda, de seu nome José,  José Manuel Lopes nascido a 31 de março de 1958. Não é só na televisão e nas arenas de desporto que se vê um país... PORRA MERDA CARALHO... É nossa cultura, na nossa arte, na nossa educação cultural e artística...Pessoal não deixem morrer o que há de melhor e é um diamante em bruto este  PORTUGAL artístico.  Desculpem se pareço um raivoso Kamikaze, eu sei eu sou... Mas por favor,  podem matar o mensageiro, mas não deixem morrer esta mensagem. E como p"é devido"...cheguei á centésima publicação no meu blog. E o papel escrito que falei é a minha mente, tirando as quase 200 folhas que perdi, que isso está esquecido. Quem me acompanhou sabe do que falo. Se não souberem perguntem-me...ou não! Um Feliz Natal a todos e um Próspero Ano Novo... Fiquem bem e talvez até para o ano.
🤜🤛 Respeitem-se uns ao outros. Apoiem as artes e a cultura. Façam o que vos digo... ou não façam o que faço.




domingo, 15 de dezembro de 2019




(Eram apenas pinturas rupestres sem sentido...ou  talvez não...)

Um dia um homem numa caverna olhou para a parede e viu animais. Animais na sua cabeça. Pegou em terra e água. Mexeu lentamente a mistura barrenta suave. Até obter uma cremosa pasta vermelha. Dividiu em duas taças de madeira. Uma á sua esquerda, a outra á sua direita. Depois agarrou no caule de uma planta, enfiou no recipiente da esquerda, e como por magia obteve o vermelho. Agarrou numa raiz da mesma planta e obteve o preto. Rezou á deusa de pedra que estava diante de si. E numa língua já desaparecida entrou num estado de transe. Naquele momento o homem estava entre os animais da savana em pleno equilíbrio com os animais. Tocava neles para sentir a suas formas, sentir o seu cheiro e a sua essência. E sem se aperceber introduzia nas suas mãos, na tal tinta feita com os caules e raízes. Pintava-os na parede. Com os dedos traçava riscos após riscos. Formas após formas. Animal após animal. Mas sem se aperceber, estavam outros e outras da sua tribo, escondidos nas saliências da entrada da caverna, que olhavam e riam, dos seus desenhos. Então o homem acordou. E sem se aperceber do que tinha feito, olhou para trás. Ao ver todos a rirem-se e refugiou-se no canto mais distante da caverna. Não de vergonha do que tinha feito. Mas sim das reações e grunhidos que os seus congéneres tribais faziam. Ele falava a mesma língua e entendia-os muito bem. Os seus congéneres então saíram, foram embora para dentro das suas tendas de peles. Alimentaram-se, disfrutavam dos seus egos por rebaixar o pobre homem. Então o homem olhou para as figuras, que ele interpretou e sonhou na sua mente. E sorriu. Sentia os animais em movimento sem ter de lhes tocar. Sabia que o que tinha criado era algo diferente, incompreensível para os seus congéneres tribais. Deitou-se num canto e...
Nisto sente e ouve, um grande alarido. Gritos de todo o lado. Passos de corrida de patas de grandes animais. Continuavam os gritos. E um por um desapareceram os sons dos gritos. Apenas ouvia o arfar de animais cansados, que se afastavam aos poucos. Então um vulto apareceu, na entrada da caverna. O homem sem saber o que fazer, levantou-se e esperou pelo ataque do animal. Esperou a morte. Mas nada aconteceu. Viu um animal erecto, uma figura de cabelos compridos, com uma vestimenta como nunca tinha visto. Olhava perto da parede para os desenhos. Contornava as figuras, com os seus 3 dedos, e soltou um som que quase parecia que chorava. Aproximou-se do homem. Retirou os cabelos compridos, que afinal eram um tipo de máscara e sorriu. Poupou a vida ao pequeno homem. Mas o homem por razões desconhecidas. E milénios mais tarde foi encontrado, enterrado no chão daquela caverna, junto aos seus desenhos. Reza a lenda que quem entra naquela caverna, e olha para o que ele produziu, saí de lá com um sorriso ao ve-las. Eram apenas simples pinturas rupestres sem sentido...Ou talvez não.

(André...)





MENSAGEM URGENTE!!!

Espalhou-se por ai um virus altamente contagioso em todas as redes sociais... Desculpem, mas agora aqueles que conseguiram ler estas palavras não têm alternatiava... Já foram contagiados, não tem cura... Felizmente fui o único que escapei, ou provavelmente eu também fui contagiado só que não sei... Então passo para todos o vírus... Esse grande e potente vírus... O vírus das luzes de natal, o vírus dos chocolates, o vírus dos vinhos de alto teor alcoólico e preços altos, o vírus de comidas saborosas, o vírus que todos vão engordar muito, o vírus de presentes para todos... Mas acima de tudo, o vírus de alegria, o vírus do amor, o vírus do carinho, o vírus da esperança, o vírus do sorriso, e o mais forte deles todos ao qual não há anti-virus que resista... O vírus do Natal... Mas se quiserem mando o vírus da minhas contas para pagar... Se estiverem muito preocupados comigo.

(André...)





 (A todos desejo um Bom Natal...)



O homem e o pequeno pardal chamado Yoda, adormeceram tranquilamente naquele banco.

Y: (--Melhor assim está... Yoda Eu... André Tu...)

A: (--Obrigado Grande Amigo...)

Solitário estava o banco de jardim, que ao acordarem, ficaram espantados com a com quantidade enorme de animais a sua volta.
Já não eram só os melros, gaivotas. Eram também melras e gaivotos. Animais de todo o tipo, que mais parecia uma gigante arca de Noé. Uma arca muito grande, porque não era só um espécime de cada espécie. Eram famílias inteiras. Mas o mais interessante, e como autor deste texto não posso de deixar de ficar perplexo...

'Yoda" (-- Com história andar para a frente... Já com sono estar...)

"Autor" (-- Tem calma Yoda eu não sou nenhum profissional...)

Continuando na sua perplexidade infinita, o homem e o seu amigo Gre... Não. Yoda juntaram-se a uma grande festa de Natal, cheia de luzes e coloridas vestimentas. Umas melhores que outras. Então nisto, o homem chega em frente do palco. Sobe para cima do palco. E pede ao apresentador do espetáculo para misturar umas músicas:

-- E que tal misturar aí umas duas músicas?

-- What?- disse o apresentador.

Pelos vistos o apresentador era estrangeiro. Então para dar a entender-se o homem gesticulou. Um corpo muito esbelto de uma senhora. Tentou descrever um sacerdote satânico. Como estivesse a tentar dizer que as músicas eram o "All i want for Christmas" com o "The Beautiful People"(¹). Não sei o que o DJ percebeu, talvez fossem os Elfos que estavam ao lado que lhe traduziram erradamente, mas os elfos também nunca foram de muita esperteza, são um misto de maldade e bondade. Imediatamente começou a sair das colunas um som de sinos e vozes de  crianças. Era o Coro de Santo Amaro de Oeiras, com a música "A todos um bom Natal".

Y: (-- Momentos pensar eu... Todos mal querias...)

A: (--Meu grande Amigo, o mal quiseram eles. Não eu... Eu desculpo tudo... E para que saibas Yoda, está é a época de celebrar o nascimento de alguém. Não a crucificação de um pobre homem que na história dum livro só queria o bem dos outros... Não que acredite muito no que diz esse livro... Porque um verdadeiro livro são histórias... Se for a vida de pessoas ou eventos... São documentos... Porque o bem está dentro de cada um de nós não por fora...)

Moral desta história não é nenhuma. A todos desejo um Bom Natal.

Y: (-- Beisebol não escrever piada?)

A: (-- Já está escrita... Mas em papel... Espera pela centésima publicação no meu blog)

Y: (-- andre3pontos.blogspot.com... Estar lá vai...)

A: (-- Obrigado pela Atenção Yoda...)

Y: (-- Por nada André...)

(André...)

Nota do autor:

(¹) Procuram num motor de busca qualquer que aparece lá...



sábado, 14 de dezembro de 2019




(Adormeceram tranquilamente naquele banco solitário banco de jardim...)

Depois de uma saída abrupta, por causa das gaivotas. Os três novos amigos separam-se. Os melros, não se sabe em que árvore, e o homem regressou a casa. As gaivotas lá ficaram entre as  nuvens nas suas cores fantásticas e atraentes numa dança com a lua. Mas de volta ao sítio de onde tinha saído. O banco de madeira de jardim solitário. Estava um ambiente sereno. Nem melros, nem gaivotas. Nada. Apenas um banco de madeira sozinho. O homem voltou a sentar-se, e vê um pequeno vulto verde. Que em pequenos pulos se aproximava. Era um pequeno pardal, com uma cara de gato. O homem curioso com o pequeno pardal, perguntou:

-- Olá pardal com cara de gato, por acaso não viste por aí uns melros e umas gaivotas?

Ao que prontamente o pequeno pardal respondeu:

-- Ver melros não ver...

O homem ficou abismado com tal resposta, que raio de dialecto era aquele? Lirandês, Português ou Inglês, não era certamente. Então o homem convidou o pequeno pardal a sentar-se, e foi aceite o convite, e o pardal perguntou:

-- O mundo afastar de tu porque?

Outra vez abismado, mas com aquela pergunta. Ficou calado, mudo, quase como um quase poeta sem inspiração. O pequeno pardal ficou em silêncio também. Ficaram imoveis, sentados no banco de jardim como estivessem em meditação profunda. Uns segundos depois, umas gotas de água caiam sobre uma pedra. Começava a chover, e homem deu abrigo no bolso do seu kispo, ao pequeno e molhado pardal.

-- Gratidão dou. - disse o pardal, e o homem respondeu:

-- Por nada, este kispo é muito grande, parece a  mala do Sport Billy, cabe cá muita gente.

Sorriu para o pardal com todo o sentimento. O  pequeno pardal ao ver o homem sorridente deu-lhe um pequeno conselho:

-- Caldeira de água cheia... nunca abrir duas torneiras... muita água nem abrir... água muita gastar... correr deixar devagarinho... só palavras  naturalmente assim fluir...

Então o homem pensou naquelas misteriosas palavras, sem sentido. Um dialecto que nunca tinha ouvido. Mas tudo fez sentido quando reparou que o pequeno Gremlin tinha adormecido.

(-- NÃO SER GREMLIN, SER YODA!

-- Peço desculpa como autor deste conto... não sabia como chamar-te...

-- Perdoado tu estar... nome não dizer...  continuar tu pode...)

Continuando este conto e dentro do seu novo abrigo temporário. O homem e o pequeno pardal chamado Yoda, adormeceram tranquilamente naquele banco solitário banco de jardim.(¹)

(André...)

Nota do autor:
(¹)- Não percam a continuação deste conto, porque acho que eu, todos e mais uns quantos também não...



sexta-feira, 13 de dezembro de 2019


(Felizes as bruxas estão, numa sexta-feira 13...)



O homem depois de mais uma volta do sol ao mundo, voltou ao banco para se sentar e descansar. E como no dia anterior tinha expulso todos os seus demônios interiores. Já nada o preocupava. Num ápice de temporalidade, apareceu o seu novo amigo, o melro Kaufman. E desta vez não vinha sozinho, trazia consigo mais um melro, que prontamente se apresentou:

--Boa volta radiosa deste planeta... Sr. Amigo do meu Amigo... Sou o melro Ozzy Osbourne... Muito gosto em conhece-lo... Por acaso não viu nenhum morcego por ai?

Ao que o homem ficou perplexo e respondeu:

--Bom dia Sr. Osbourne... Prazer em conhecê-lo... Conhecer um morcego conheço é um conhecido meu... Até escreve alguns ditos mas neste momento deve estar a dormir... Raramente o vejo.

O melro Kaufman confirmou a história do homem, dizendo que era de boa leitura. Um pouco melencolica, mas verdadeira. Mas foram interrompidos na sua conversa, os melros e o novo amigos. Então rapidamente sobrevoaram o jardim, umas jovens gaivotas que das nuvens as suas cores fantásticas e atraentes, ao ionizar o ar que  as rodeava, fizeram reaparecer a lua. Logo os três novos amigos tiveram que ir para outro banco mais sossegado, porque aquelas gaivotas, eram um bando de bruxas loucas. Felizes estão as bruxas, numa sexta-feira 13.

(André...)





quinta-feira, 12 de dezembro de 2019


(Porque sou o Melro mais feliz deste planeta... Piuuuuu...)

Com o coração duro, sentou-se num banco de jardim, e atirou-o para uma valeta. Nisto aparecem do nada, 3 ninfas. Uma delas apresentou-se como Psiche. As outras nada disseram. Escondidas sob os céus, de véus transparentes, onde se encontrava demônios de outras eras. Mas o homem, previu o perigo que se escondia por trás. E soltou o seu Cérebro. Mas Psiche, insistiu e roubou-lhe um beijo. O homem ficou delirante com o cheiro daquele beijo, que mais parecia um feitiço. Pediu-lhe com modos para se sentar ao seu lado. Ela sentou-se e ficou em silêncio. Longos segundos depois, passou um Cúpido disfarçado de Hércules. Pavoneavasse como um pavão, dizendo que era o maior combatente de todos os tempos. Mal sabia, que O Grande Aquiles, esse sim. Um grande estratega e líder nas artes da guerra o sumplatava em qualquer lugar. Tinha um problema no calcanhar, derivado também a queda por uma bela mulher. Mas o homem ignorou-os, apenas queria estar sozinho, desfrutar da companhia da sua Bela e silenciosa Psiche. Mais vieram. Um tal de Radcliffe com uma varinha mágica, dizia que era um dos maiores feiticeiros de sempre. Ao que o sozinho, mas feliz homem respondeu-lhe:

-- O miúdo Culkin apenas com a sua ingenuidade e criatividade de criança defendeu a sua própria casa de uns quantos, como tu.

Por momentos ficou outra vez sozinho. Nem Psiche. Nem demônios de outras eras. Nem heróis filhos bastardos de deuses. Nem actores. Ficou inerte sem olhar para o passado, nem para o futuro. Psiche então voltou, não para o seu lado, mas na sua mente. Expulsou-a imediatamente da sua mente sem hipótese de retorno. Sentiu-se agredido psicologicamente pela sua grande actuação. Aquela dança folclórica pagã, disfarçada de virgem arrependida. Felizmente, voltou a ficar mais uma vez sozinho. Arrepiado, arreliado, alienado com o  espaço a sua volta. Então um pequeno e matreiro melro. O cantar chamou a sua atenção. O homem ficou perplexo. Era um melro falante:

--Bom dia André... Sou o Andy Kaufman... E soube a pouco que o homem tinha inventado as redes sociais e que a humanidade pensa ir a Marte... Andava a pensar em mudar meu piar... Em vez do Elvis... Vou começar a piar o Great Balls of Fire do Jerry Lee Lewis... Com um árvore em chamas e fogo de artifício pela relva toda... E pelo meio enfrentar todos e todas, num Royal Rumble magnífico de onde vou sair todo partido e sem penas... Posso não vencer... Mas não vou sair derrotado... Porque sou o Melro mais feliz... O mais lindo deste planeta! Piu... piu... piuuuuu!

(André...)