domingo, 11 de dezembro de 2022




E assim, falo em mais dos mesmos escritos, contando folhas pelo meio, sem tentar ser um ser suplicante. E compondo cantos patrióticos, animados por tribos comodistas, um peso morto de povos e nações, de que há tantos exemplares naqueles como nos atuais.


E tornar possível perceber a oposição, que instituições de fomento intelectual fazem à ideia de aceitar, entre seus membros, pessoas e até animais.


E aquilo que não proíbe, com a mais viva satisfação declara, que não se pode legalmente disputar como um todo o direito de fazer parte desta importante associação.


E por consequência, e que, apesar de todos os artifícios de uma modéstia não calculada, não deixam de enfastiar o sonhador. Mas os loucos, esses que na volta de um status-quo, são retirados de pensamento e levados para uma possível oportunidade.


No qual são re-obrigados a aprender a contar, ler, falar e escrever as línguas, além de música, piano, dança, desenho, um bordado escondido, por trás de um confecção de flores, beijos e doces.


Posso ter escolhido o tema que tantos por aqui, o regeitam falar, o Amor. Pergunto eu, o que é o amor? 


(André...)

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