PARTE 1
Perto do amanhecer, encontrar uma estrada recém-cortada.
Apesar de todo o fervor, sabe bem ir a um lado mole no intelecto, numa rima infantil de dialeto. Ir a algum lugar em todas as linhas paralelas. Sonhos futuros mordiscam o mamilo branco, presos entre duas aguarelas. Murmurar ao lado do poder com todas as guerras nele, não é uma merda em um sistema que falha, nada além da autodestruição...que todos os inimigos se tornem poderosos, e vazios no oeste enquanto vendemos a nossa paz, orações murmuradas que não tem nada a ver com amor ou tesão.
Corpo imutável e movido, sólido como uma respiração no ar do inverno.
Relembrar os riscos e o valor de extremos, e essa experiência que ensina os comprimentos da inclinação permitidos. E que é mais fácil e mais sábio equilibrar uma pedra como estivesse na ponta do pé. Os braços estão espalhados em ambos os lados do corpo, as palmas das mãos abertas e voltadas para cima como dois lírios...os dedos finos enrolam-se suavemente, como estivessem a segurar os delírios. As pernas são puxadas para baixo, como se estivessem adormecido por lá. Um planeta, uma poeira. O que preenche o vazio das pedras preenche-nos por inteiro.
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