PARTE 2
Tenho um pressentimento, em um lugar sobrecarregados na questão que não estamos agora.
Às vezes as maiores soluções são aquelas que seriam as mais pesadas, são as mesmas que flutuam. Risos impressionantes que iluminam o sofrimento...através de gerações e culturas, seguimos intrincados em rituais de desejo, de criação de mitos, de luto...por meio de perguntas simples e respostas corrosivas, chegamos sozinhos aos portões do insuportável.
Um deus não fala sobre nas ondas de rádio com uma voz humana, comum e salpicado de estática.
Um Deus não fala na voz comum do terreno, cheio de vergonha. Como se as palavras faladas em voz alta, mesmo em um sonho, de alguma forma tornem isso possível. Um círculo descontínuo, uma vez arredondado entre as pernas. Pulsa dentro do corpo, nenhum pensamento acessível... especificamente nenhuma memória decorrente de um formigueiro de folículos, chamuscados com suor dos poros salgados. Inacessível...
E se assim for, só quero o corpo.
O toque estranho do vento sobre a pele, nos braços, no cabelo frio. Colocar um dedo,no entanto,um desejo surgindo de dedos levantados. Aquele tremor de uma mensagem elétrica onde o osso encontra o movimento, queimado contra as paredes,imagem após, uma memória, um retrato.
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