Em que planeta se pode encontrar um rosto apagado?
Em que nação foi filmada fora da sua extinção e trazida á tona por um orvalho congelado?
Em que prole se arranca um olho em troca de outro para receber outro manchado de sangue?
Apenas a possibilidade de uma nova conquista de sonhos e liberdades...
Escrever.
É uma merda. É uma arte. É uma festa perigosa, e todos gostam. Um rastreio perfeitamente validado, transformar tudo em memórias de cinzas. Uma parede limpa de pregos... para os fantasmas passarem.
Onde está a poesia das resistências, a poesia dos desafios, sem medo de mentiras de políticos de carreiras e homens de negócios. Sobre esticar o elástico teórico de concepções... até que a medida seja adequada.
Em um momento de danos climáticos extremos, notícias falsas, verdades alternativas e euismo. Estrias de sangue, arrancadas de pulsações e misericórdia... mas como a mão repete um movimento, para sempre, escrever.
Bem-vindos ao Novo... às doutrinas sejam elas quais forem, que se confrontam nesse fervor quase religioso... vêem-se agora, despreocupadamente, a compartilharem o mesmo espaço, as mesmas ruas, as mesmas camas...
...são frutas do consenso social e... igualmente, frequentemente sobrecarregadas, não espontâneas e parodiantes... são a faca que corta o nosso próprio reflexo de ingenuidade, do deteriorar, de um nervosismo...
Eu agora puxo a magia para mim como um cobertor...
Dentro de mim vivia um pequeno burro (e eu não acreditava em magia) mas o burro é um otário para o bem material, psíquicos, ilusionistas, artríticos que predizem as chuvas...
Por causa do burro prendi a quinta parede como se estivesse surdo, velho, uma coisa, áspera e gentil, um burro aqui e ali...
Dediquei tempo ao peito, embora temesse que não fosse um burro...
Então tive que dobrar a chuva com a minha mente, por causa do momento, aqui, no presente...
Não há mais contemplação, não há mais desperdício, onde todos se inclinam para o precipício...
Tempo verdadeiro, mostra o que sinto...
No futuro e futuro, não se torna o meu passado...
Burro, eu não morri e agora há paz....
Eu agora puxo a magia para mim como um cobertor.
André...
Este colosso de palavras com o nascer do sol, perfeitamente amadurecido, em nome da liberdade... de auto-estima, em condição miserável, de dias na misericórdia desapegada.
Um espectro infinitamente amplo, num movimento etéreo que nunca me canso de observar.
Uma chama linda, que dá vida aos humanos. De sentido estupendo, o doce choque para o qual a carne é o ar, esse monstruoso avatar envolto em conceitos de agonia de honra... antes do tal reflexo bruto peso monótono de um resumo.
Acorrentado no abismo racional e rasgado, de um sentimento. Rejeitar a recompensa, matar o portador, destruir a luz visitante, complicação indesejada... e afinal as diferenças não eram as deles. Uma disputa absurda com o divino, disputa que não um segredo celestial.
A brasa das ideias, a conflagração das línguas, como uma palavra os e as havia assustado!!! Para extinguir os raios labirínticos enraizados que flutuam... esses subtis raios de luar, enquanto eu esboço uma meia lua na minha face.