terça-feira, 10 de janeiro de 2023











Uma meia lua na minha face...


Este colosso de palavras com o nascer do sol, perfeitamente amadurecido, em nome da liberdade... de auto-estima, em condição miserável, de dias na misericórdia desapegada. 

Um espectro infinitamente amplo, num movimento etéreo que nunca me canso de observar.

Uma chama linda, que dá vida aos humanos. De sentido estupendo, o doce choque para o qual a carne é o ar, esse monstruoso avatar envolto em conceitos de agonia de honra... antes do tal reflexo bruto peso monótono de um resumo.

Acorrentado no abismo racional e rasgado, de um sentimento. Rejeitar a recompensa, matar o portador, destruir a luz visitante, complicação indesejada... e afinal as diferenças não eram as deles. Uma disputa absurda com o divino, disputa que não um segredo celestial.

A brasa das ideias, a conflagração das línguas, como uma palavra os e as  havia assustado!!! Para extinguir os raios labirínticos enraizados que flutuam... esses subtis raios de luar, enquanto eu esboço uma meia lua na minha face.

André...

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