Eu agora puxo a magia para mim como um cobertor...
Dentro de mim vivia um pequeno burro (e eu não acreditava em magia) mas o burro é um otário para o bem material, psíquicos, ilusionistas, artríticos que predizem as chuvas...
Por causa do burro prendi a quinta parede como se estivesse surdo, velho, uma coisa, áspera e gentil, um burro aqui e ali...
Dediquei tempo ao peito, embora temesse que não fosse um burro...
Então tive que dobrar a chuva com a minha mente, por causa do momento, aqui, no presente...
Não há mais contemplação, não há mais desperdício, onde todos se inclinam para o precipício...
Tempo verdadeiro, mostra o que sinto...
No futuro e futuro, não se torna o meu passado...
Burro, eu não morri e agora há paz....
Eu agora puxo a magia para mim como um cobertor.
André...
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