terça-feira, 31 de janeiro de 2023



Uma carta que chegou de muito longe. 

Uma carta sem órbita. 

Cada palavra é uma sala redonda. 

Cada frase um inseto que passa suavemente por cima de outro inseto,aproveitar a fama que existe. Avançando um passo de cada vez, dedicado a uma vida de posteridade e a uma ideia do futuro. Observando as ondas da humanidade, tem de ser  nesse palco, sobrevivendo ao mundo...onde a coação para a equação apropriada que faz um tipo de misteriosa...subtrair-se sem uma esfera incompleta. Renasce um adivinho pelo princípio onde a subjetividade é lamentoso. Do qual, uma audiência invisível escuta.  

Sons que por repetição repentina totalmente...contendo a mente. Da qual não pode descer...numa emoção de duas pessoas,de duas...emoções que fundamentam uma só. Seja a descoberta de uma satisfação.

O poema do ato no toque.




Nesta paisagem cinza queimada.
Eu ouço a exclamação silenciosa de ressurgimento e renascimento...
Semente que enterrou profundamente diante da fúria da natureza...
A essência que alimenta as pequenas raízes...
Como o espírito sobe as pétalas e irradia o olho dourado.

Mas depois de um segundo inverno,
depois um terceiro, e um quarto...
Vem algo sereno e quente...
Atrás da névoa que paira no ar após a passagem...
Algo novo.

Embalamos os eus adultos em pequenas paredes de metal.
Não dizemos que nos sentimos como um papel numa fonte.
Inevitavelmente eu vou aprender...
Estar sozinho, estar sempre sozinho, nada para sempre...

Exceto a respiração. Exceto por tudo.

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