quarta-feira, 23 de outubro de 2019

(A estrutura murada que foi construída...)


O que me chamou a atenção...

O que se assemelham às curvas capilares pelas quais circulavam os fluidos corporais...

O sangue que através do corpo foi distribuído através de um redesenhar...

Artérias, veias,
vasos... pensamentos.

A compreensível biologia que transportou pequenos organismos, que ao mesmo tempo transportaram elementos que fluiram...

Integraram, combinaram,
reúniram...sentimentos.

E transformaram.

Num lugar ocuparão ou então serão integrados à massa celular estruturada, de uma maneira específica que, constitui parte do um corpo não orgânico...

Não esqueço o conceito, de que a inteligência está ancorada na ideia de uma capacidade antecipadora de eventos como resposta adaptativa ao meio ambiente...

É a consciência concebida como internalização de uma identidade externa duplicada...

Muros, mapas e símbolos...

É o que reconstrói o amor biológico e suas funções cognitivas e sociais à maneira de uma entidade sem autoconsciente e sem autodefesa.

Uma busca por sobrevivência resistindo ao caos da pura exterioridade onde todo o resto está fora do mundo.

Onde os ilimites deixam marcas numa entidade organizada nos elementos da exterioridade, cortando uma secção do muro.

Em mim, e em nós, e num tudo...

Por fim, podemos reconfigurar a funcionalidade dos elementos, em uma interação que defende e reproduz a estrutura murada que foi construída...

Para ser indestrutível.

(André...)

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