(A estrutura murada que foi construída...)
O que me chamou a atenção...
O que se assemelham às curvas capilares pelas quais circulavam os fluidos corporais...
O sangue que através do corpo foi distribuído através de um redesenhar...
Artérias, veias,
vasos... pensamentos.
A compreensível biologia que transportou pequenos organismos, que ao mesmo tempo transportaram elementos que fluiram...
Integraram, combinaram,
reúniram...sentimentos.
E transformaram.
Num lugar ocuparão ou então serão integrados à massa celular estruturada, de uma maneira específica que, constitui parte do um corpo não orgânico...
Não esqueço o conceito, de que a inteligência está ancorada na ideia de uma capacidade antecipadora de eventos como resposta adaptativa ao meio ambiente...
É a consciência concebida como internalização de uma identidade externa duplicada...
Muros, mapas e símbolos...
É o que reconstrói o amor biológico e suas funções cognitivas e sociais à maneira de uma entidade sem autoconsciente e sem autodefesa.
Uma busca por sobrevivência resistindo ao caos da pura exterioridade onde todo o resto está fora do mundo.
Onde os ilimites deixam marcas numa entidade organizada nos elementos da exterioridade, cortando uma secção do muro.
Em mim, e em nós, e num tudo...
Por fim, podemos reconfigurar a funcionalidade dos elementos, em uma interação que defende e reproduz a estrutura murada que foi construída...
Para ser indestrutível.
(André...)

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