sábado, 26 de outubro de 2019


(Talvez seja por causa de uma apetência parva ao fim e no fim tão simples...)

Mas na realidade sou daqueles a quem o escrevinhar, em vez de enfurecer ou sufocar, nasce de um momento redobrado ao quadrado gosto pela vida.

Às vezes até tenho a certeza, que o momento atiçam brincadeiras e anáforas, comparações e junções.

Por esse ocasional desperdício de força e substância...

Por esse risco desmedido, sem medo de  contrair algum mal.

No fundo talvez seja por obra e graça do pensamento, da realidade ou de outrem ou ainda pior.

Que já não tem finais, só recomeços.

Que ja não causam espanto...

Explicações e parágrafos?

O prazer de não bajular como sobreposição, adoptam essa presença.

O mesmo tom universal em dedicatórias aos actuais grandes de outros tempos...

Como se fosse possível julgá-los?

Ensinamentos de bom agrado...

São os ossos do ofício...

Para não deixar distrair o sentido da palavra...

À caça dos erros de sublimação...

Ao alinhamento de três pontos...

Ou às maiúsculas que se escondem...

Na alma e no coração...

Talvez seja por causa de uma apetência parva para ao fim e no fim tão simples.

(André...)







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