(Talvez seja por causa de uma apetência parva ao fim e no fim tão simples...)
Mas na realidade sou daqueles a quem o escrevinhar, em vez de enfurecer ou sufocar, nasce de um momento redobrado ao quadrado gosto pela vida.
Às vezes até tenho a certeza, que o momento atiçam brincadeiras e anáforas, comparações e junções.
Por esse ocasional desperdício de força e substância...
Por esse risco desmedido, sem medo de contrair algum mal.
No fundo talvez seja por obra e graça do pensamento, da realidade ou de outrem ou ainda pior.
Que já não tem finais, só recomeços.
Que ja não causam espanto...
Explicações e parágrafos?
O prazer de não bajular como sobreposição, adoptam essa presença.
O mesmo tom universal em dedicatórias aos actuais grandes de outros tempos...
Como se fosse possível julgá-los?
Ensinamentos de bom agrado...
São os ossos do ofício...
Para não deixar distrair o sentido da palavra...
À caça dos erros de sublimação...
Ao alinhamento de três pontos...
Ou às maiúsculas que se escondem...
Na alma e no coração...
Talvez seja por causa de uma apetência parva para ao fim e no fim tão simples.
(André...)

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