(A nada com um sabor a tudo...)
Danço numa estrada para lado nenhum...
Fluente correndo atrás dele...
O sonho.
O sonho.
A sorte...
a simples certeza de viver.
A alma...
a hábil confiança cega.
a simples certeza de viver.
A alma...
a hábil confiança cega.
Seguro de mim em todos os passos...
enchi o peito de ar ou de luar...
não podia saber ao certo.
enchi o peito de ar ou de luar...
não podia saber ao certo.
Porque a noite era uma mistura de brisa...
e claridade...
fosse de frescura...
ou de luz a que a inundou...
que em todo o corpo correu.
e claridade...
fosse de frescura...
ou de luz a que a inundou...
que em todo o corpo correu.
Houvesse um bocado de calor...
capaz de aquecer o corpo...
dum pobre quase poeta e cidadão...
talvez companhia um ao outro.
capaz de aquecer o corpo...
dum pobre quase poeta e cidadão...
talvez companhia um ao outro.
Onde uma é condição:
Apenas se podem ver
depois de sol posto.
depois de sol posto.
Razões particulares...
A noite está realmente maravilhosa...
E penso:
Que foi algo enexplicável...
Estiquei então por...
um crédito de vida nova...
uma dança com uma matéria.
um crédito de vida nova...
uma dança com uma matéria.
Passos curtos e breve a palavra...
firmado as minhas quatro patas...
só músculos, tendões e nervos, com os
ossos a ranger em acção.
só músculos, tendões e nervos, com os
ossos a ranger em acção.
Ao que gente pode chegar!
Ah, mas tinha de acabar semelhante...
a nada com um sabor a tudo?
a nada com um sabor a tudo?
(André...)

Sem comentários:
Enviar um comentário
Sejam bem-vindos...
Sintam-se em casa.