(Que deviam ser gelo...)
Uma brisa de gelo passou vagarosamente...
Uma após outra...
O som do gelo
a queda de rios,
som de ventos e mares...
a queda de rios,
som de ventos e mares...
Campos suaves,
lençóis brancos de água,
fogo de gelo puro...
lençóis brancos de água,
fogo de gelo puro...
Eu pensei em tudo,
dormir por turnos,
e ainda minto...
dormir por turnos,
e ainda minto...
Consigo dormir,
nas melodias dos pássaros...
nas melodias dos pássaros...
Preciso ouvir,
os pronunciados das árvores de gelo...
os pronunciados das árvores de gelo...
Quero sentir
os choros melancólicos das palavras...
os choros melancólicos das palavras...
Mesmo assim ontem à noite,
e mais duas noites achei estranho...
e mais duas noites achei estranho...
E não podia entrega-me assim tão facilmente...
Então dormi...
Então ouvi...
Então senti...
Que sem o fogo,
qual é a riqueza do acordar?
qual é a riqueza do acordar?
Venham queridas musas,
de novos pensamentos,
que deviam ser gelo.
de novos pensamentos,
que deviam ser gelo.
(André...)

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