Já é bastante difícil definir a felicidade em termos gerais, o problema torna-se insolúvel quando a ele se acrescenta o desejo do homem
moderno de tornar-se senhor de sua própria felicidade. Não posso ser mais que ninguém, nem ninguém mais que eu. Ou que talvez o equivalente, de sentir que o estofo a felicidade é feita, analisá-la, experimentá-la a fim de aperfeiçoá-la através de retoques bem calculados. A felicidade, que muitos apregoam incessantemente a todas as pessoas, depende disto, exige aquilo, e isto e mais aquilo, sempre alguma coisa que é preciso adquirir, em geral com dinheiro. Como resultado, e com essa propaganda ficamos obcecados com a idéia de uma felicidade fácil, ao mesmo tempo em que nos torna incapazes de atingi-la. Pois tudo que é oferecido, leva-nos ao mundo das comparações onde não pode haver felicidade enquanto o humano não for um.
A felicidade é uma mensagem, nós a perdemos a partir do momento em que pretendemos alcançá-la.A felicidade só pode existir na aceitação, quando a reivindicamos, ela deixa de existir, porque depende do ser e não do ter.
Talvez os tempos modernos não trouxeram qualquer elemento novo que justifique uma mudança de opinião.Talvez pela sua extraordinária originalidade, recorrentemente nos venha à memóriaeste diálogo. Abarcar o Mundo num olhar, não mirar os outros. Ali juntos. Simplesmente e dentro de uma oportunidade.
Quando queremos sentir a felicidade, quando queremos dominá-la por completo, em vez de sermos felizes pelo simples dom da vida.
Tudo isto existe, tudo isto é a vida, tudo isto ameaça, sobretudo porque não queremos reconhecê-lo. Mas às vezes o conhecimento
desses perigos nos faz entrever a possibilidade de vencê-los imediatamente com uma ausência insuportável de vida. Esse efeito , é um dia terrestre dos seres contingentes e o tormento da matéria, mas a morte é a noite da iluminação, o desvanecimento das formas ilusórias. Alma com o Corpo, a comunhão com o Absoluto.
moderno de tornar-se senhor de sua própria felicidade. Não posso ser mais que ninguém, nem ninguém mais que eu. Ou que talvez o equivalente, de sentir que o estofo a felicidade é feita, analisá-la, experimentá-la a fim de aperfeiçoá-la através de retoques bem calculados. A felicidade, que muitos apregoam incessantemente a todas as pessoas, depende disto, exige aquilo, e isto e mais aquilo, sempre alguma coisa que é preciso adquirir, em geral com dinheiro. Como resultado, e com essa propaganda ficamos obcecados com a idéia de uma felicidade fácil, ao mesmo tempo em que nos torna incapazes de atingi-la. Pois tudo que é oferecido, leva-nos ao mundo das comparações onde não pode haver felicidade enquanto o humano não for um.
A felicidade é uma mensagem, nós a perdemos a partir do momento em que pretendemos alcançá-la.A felicidade só pode existir na aceitação, quando a reivindicamos, ela deixa de existir, porque depende do ser e não do ter.
Talvez os tempos modernos não trouxeram qualquer elemento novo que justifique uma mudança de opinião.Talvez pela sua extraordinária originalidade, recorrentemente nos venha à memóriaeste diálogo. Abarcar o Mundo num olhar, não mirar os outros. Ali juntos. Simplesmente e dentro de uma oportunidade.
Quando queremos sentir a felicidade, quando queremos dominá-la por completo, em vez de sermos felizes pelo simples dom da vida.
Tudo isto existe, tudo isto é a vida, tudo isto ameaça, sobretudo porque não queremos reconhecê-lo. Mas às vezes o conhecimento
desses perigos nos faz entrever a possibilidade de vencê-los imediatamente com uma ausência insuportável de vida. Esse efeito , é um dia terrestre dos seres contingentes e o tormento da matéria, mas a morte é a noite da iluminação, o desvanecimento das formas ilusórias. Alma com o Corpo, a comunhão com o Absoluto.
(André...)

























