(Será que este mundo criado pertence ao mito do amor?)
Tudo o que depende deste grande mito, e está, portanto, consagrado à necessidade, aos corpos consagrados ao desejo, cuja a tirania é disfarçada pelo filtro de amor.
O homem não é livre, é determinado pelo amor. Mas se assumir um destino feliz até a morte, que o liberta do corpo, poderá alcançar para além do tempo e do espaço, a realidade da Felicidade e do Amor. Essa fusão, de viver o Amor, a Alegria Suprema, a Nostalgia, a Saudade de uma sensualidade condenada á exploração.
O esforço da alma para escapar ao fundamental deste Século, à contradição trágica entre o remetente e o receptor, que só pode ser o Amor. Fazer sexo sem amar, ceder à sensualidade puramente física, eis o pecado supremo, o original.
Na minha visão, Amar de paixão pura, mesmo sem contato físico, como a espada entre os corpos e as separações, a suprema virtude, é a verdadeira via para se chamar amor puro.
Estranho é que até hoje ninguém encontrou uma saída para essas confusões.
A paixão, tornou-se vulgar pelos romances, pela música e pelo cinema, nada mais que uma via e uma invasão consumista, em nossas vidas, de uma oportunidade espiritualista, cujo o verdadeiro significado perdemos.
Os conflitos atuais de gerações, tradições, sociedades. Isto é, sempre inconscientemente numa hipocrisia, com a plena ignorância das causas, fins, lucros e riscos incorridos, em favor de uma moral sobrevivente que já não sabemos justificar.
E por outras razões, motivos ou objetivos, talvez, sempre nessa guerra constante com a evolução do mito, nunca saberemos o que será o amor.
Eis a questão!
O homem não é livre, é determinado pelo amor. Mas se assumir um destino feliz até a morte, que o liberta do corpo, poderá alcançar para além do tempo e do espaço, a realidade da Felicidade e do Amor. Essa fusão, de viver o Amor, a Alegria Suprema, a Nostalgia, a Saudade de uma sensualidade condenada á exploração.
O esforço da alma para escapar ao fundamental deste Século, à contradição trágica entre o remetente e o receptor, que só pode ser o Amor. Fazer sexo sem amar, ceder à sensualidade puramente física, eis o pecado supremo, o original.
Na minha visão, Amar de paixão pura, mesmo sem contato físico, como a espada entre os corpos e as separações, a suprema virtude, é a verdadeira via para se chamar amor puro.
Estranho é que até hoje ninguém encontrou uma saída para essas confusões.
A paixão, tornou-se vulgar pelos romances, pela música e pelo cinema, nada mais que uma via e uma invasão consumista, em nossas vidas, de uma oportunidade espiritualista, cujo o verdadeiro significado perdemos.
Os conflitos atuais de gerações, tradições, sociedades. Isto é, sempre inconscientemente numa hipocrisia, com a plena ignorância das causas, fins, lucros e riscos incorridos, em favor de uma moral sobrevivente que já não sabemos justificar.
E por outras razões, motivos ou objetivos, talvez, sempre nessa guerra constante com a evolução do mito, nunca saberemos o que será o amor.
Eis a questão!
(André...)

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