(Uma forma de se situar diante do mundo...)
Aos olhos dele, a sua parceira de primeira hora, a escrita automática, uma ambição, surgiu como alternativa à literatura. Logo se tornou ferramenta do quotidiano, para escrever à margem dos estilos conhecidos. Ao colocar em xeque o seu estatuto de merda, ficava mais à vontade para explorar novas possibilidade. Inclusive no que se beneficiado com uma onda de criatividade. É que o espírito de experimentação funde-se, mesmo com a ideia de outras vanguardas, cujo o seu apogeu entreguerras levou a uma explosão e exaustão. Uma linhagem reflexiva que valoriza o punctum sobre o studium, será o saber, que previamente assume a óptica subjectiva para emoldurar o conteúdo objectivo ou imaginário ao seu gosto e sentido. A partir daí, as variações de modo e fundo se tornam múltiplas.
À sua maneira de produzir uma escrita voltada para produzir os movimentos líricos da alma, ondulações do devaneio ou sobressaltos da consciência. Mas não chega a constituir uma tendência organizada em grupo ou mobilizada por manifestos, com localização geográfica certa. Que começa por indagar de maneira, a se manter acesa a ambição renovadora.
Num diagnóstico da estudiosa, permanece e transforma-se num convite à reflexão, que leva a uma desorganização da frase e do plano semântico, sob o risco de cair no informal e no balbucio mental. A que permanece atenta aos movimentos líricos da alma e sobressaltos de consciência, conforme a máxima balbudiriana.
Nem consta dentre os balbucios conhecidos. Trata-se, sobretudo, de apontar uma atitude de resguardo, que se apoderou do poema em prosa, em natural decorrência da ressaca vanguardista. Sua matéria aparece aqui e ali, na voz de certos pensamentos e representa uma escrita qualificada em face das angústias emergentes, no contexto, e cujos ventos chegam à atualidade.
Mas também contunde e apunhala, numa forma idêntica, a pequena reflexão surge a partir de certa contusão lírica. Uma palavra serve de ponto de emanação das imagens e, por contrapartida, delineia traços de subjectividade. Ou o flagrante de uma intimidade digna de nota, como no ocorrido ao café da tarde manhã.
Faz parte do poder expressivo dessas
imagens justamente o componente de a casualidade e o contraste que oferecem em
meio ao trivial. Mas não chega sse alarido de cor para acordar as fragas. E a lição que recebia diariamente era a de uma irremediável afonia cósmica, de vez em quando quebrada pelo balido monossilábico dum cordeiro.
À sua maneira de produzir uma escrita voltada para produzir os movimentos líricos da alma, ondulações do devaneio ou sobressaltos da consciência. Mas não chega a constituir uma tendência organizada em grupo ou mobilizada por manifestos, com localização geográfica certa. Que começa por indagar de maneira, a se manter acesa a ambição renovadora.
Num diagnóstico da estudiosa, permanece e transforma-se num convite à reflexão, que leva a uma desorganização da frase e do plano semântico, sob o risco de cair no informal e no balbucio mental. A que permanece atenta aos movimentos líricos da alma e sobressaltos de consciência, conforme a máxima balbudiriana.
Nem consta dentre os balbucios conhecidos. Trata-se, sobretudo, de apontar uma atitude de resguardo, que se apoderou do poema em prosa, em natural decorrência da ressaca vanguardista. Sua matéria aparece aqui e ali, na voz de certos pensamentos e representa uma escrita qualificada em face das angústias emergentes, no contexto, e cujos ventos chegam à atualidade.
Mas também contunde e apunhala, numa forma idêntica, a pequena reflexão surge a partir de certa contusão lírica. Uma palavra serve de ponto de emanação das imagens e, por contrapartida, delineia traços de subjectividade. Ou o flagrante de uma intimidade digna de nota, como no ocorrido ao café da tarde manhã.
Faz parte do poder expressivo dessas
imagens justamente o componente de a casualidade e o contraste que oferecem em
meio ao trivial. Mas não chega sse alarido de cor para acordar as fragas. E a lição que recebia diariamente era a de uma irremediável afonia cósmica, de vez em quando quebrada pelo balido monossilábico dum cordeiro.
Uma forma de se situar diante do mundo.
(André...)

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