(Neste poema medíocre...)
Este poema em que o meu fado de ser quase um poeta é condicionada por exigências sociais hipócritas...
Onde frequentemente a força dos meus sentimentos faz estalar a crosta de algumas feridas...
E então este quase poeta revela alguns traços em comum com o gosto romântico...
Esta minha aguda consciência do Eu e a perseguição de um destino incerto...
A submissão total ao Amor quase divinizado e muitas vezes oposto à razão...
Não quero esta insatisfação de sentimentos...
Querer rir sentir ser inocente esperar perguntar e corresponder...
Não quero ficar sem sonhos tão depressa...
Que não podem ser ofendidos magoados ou tocados...
Este pendor nocturno por vezes quase diurno...
Mostra-me uma reflexão em traços particulares associados ao momento que trazem as marcas de um gosto novo...
O prazer da solidão em imagens sombrias...
Negam a desconfiança em profecias que traduzem tudo num profundo egoísmo...
Uma inadaptação poética deste quase poeta ao ambiente em que vivo...
Neste poema medíocre.
(André...)

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