(ATÉ AO AMOR SEMPRE...)
Longe de querer destruir um esquema de interpretação transmitida ou inventada por alguns, prevaleça ou se imponha. Que para mim pouco me importa. Só procuro sentir-me melhor, compreender-me melhor, para melhor viver numa forma exaltada de existir, da minha única viagem neste planeta. Sinto que, ou talvez tenha a razão do meu lado, que é nas minhas costas que alguns se querem apoiar. Sim eles e elas, vocês e outros, para onde todos nós, arrastamos o vinho doce do romance primitivo. E através desta vulgaridade poética, concluí que é apenas uma questão de sentir o que me envolve, e não o que vos envolve, ou mesmo jogos de querer ver quem engana mais quem, ou de uma qualquer fonte questionável. O que escrevo é uma questão de intuição e de percepção, e não de demonstração ou de procura. O que escrevo é a minha vida. Uma vida de um quase poeta de revolta imediata, e amor de longe, cruzado com esperança de regressar a amar que, como uma lenda de um século anterior gritou:
"ATÉ Á VITORIA , SEMPRE!"
Ou como estas palavras surgiram neste momento:
"ATÉ AO AMOR, SEMPRE!"
Sugiro que esta última citação seja o único árbitro destes meus pensamentos, e assim sejam entendidos. E se os levarem para outras dimensões e patamares, não me culpem. Na verdade, não desejo condenar coisa alguma, porque sou apenas um operário fabril na industria da panificação. E não juíz, advogado, treinador, professor e muito menos um comentador assíduo da vida de alguém. Escrevo apenas para fazer ver-me a mim próprio, o sentir de mil contrastes, conflitos presos que á muito fugiram da minha realidade, e com isso definir melhor os meus objetivos de vida. Portanto agora trata-se de assumir as minhas tensões e de equilibrá-las criativamente, sem querer excluir ou maltratar alguém, por mais que queira, não quero, nem possuo esse poder. Toda a minha moral, toda a minha vida, assim como toda a minha doutrina política baseia-se num princípio, a composição do contrário e dos pólos opostos. Que toda a pessoa, é no fim de um todo detentora de um valor moral. Que deve ser no homem e na mulher, a essência do ser. Sentirem-se livres e ligados por uma união que ao mesmo tempo nos distingue de todos, e junta a todos, na qual todos somos responsáveis exclusivos pela maneira de pensamento, de amar únicamente em relação a todos. E para terminar, e na minha opinião, e para o interesse de todos, e para rimar, e para falar de maneira geral, é que não desisto, e não desistam de procurar a existência de um Amor essencial.
"ATÉ Á VITORIA , SEMPRE!"
Ou como estas palavras surgiram neste momento:
"ATÉ AO AMOR, SEMPRE!"
Sugiro que esta última citação seja o único árbitro destes meus pensamentos, e assim sejam entendidos. E se os levarem para outras dimensões e patamares, não me culpem. Na verdade, não desejo condenar coisa alguma, porque sou apenas um operário fabril na industria da panificação. E não juíz, advogado, treinador, professor e muito menos um comentador assíduo da vida de alguém. Escrevo apenas para fazer ver-me a mim próprio, o sentir de mil contrastes, conflitos presos que á muito fugiram da minha realidade, e com isso definir melhor os meus objetivos de vida. Portanto agora trata-se de assumir as minhas tensões e de equilibrá-las criativamente, sem querer excluir ou maltratar alguém, por mais que queira, não quero, nem possuo esse poder. Toda a minha moral, toda a minha vida, assim como toda a minha doutrina política baseia-se num princípio, a composição do contrário e dos pólos opostos. Que toda a pessoa, é no fim de um todo detentora de um valor moral. Que deve ser no homem e na mulher, a essência do ser. Sentirem-se livres e ligados por uma união que ao mesmo tempo nos distingue de todos, e junta a todos, na qual todos somos responsáveis exclusivos pela maneira de pensamento, de amar únicamente em relação a todos. E para terminar, e na minha opinião, e para o interesse de todos, e para rimar, e para falar de maneira geral, é que não desisto, e não desistam de procurar a existência de um Amor essencial.
(André...)

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