segunda-feira, 18 de novembro de 2019



(ATÉ AO AMOR SEMPRE...)

Longe de querer destruir um esquema de interpretação transmitida ou inventada por alguns, prevaleça ou se imponha. Que para mim pouco me importa. Só procuro sentir-me melhor, compreender-me melhor, para melhor viver numa forma exaltada de existir, da minha única viagem neste planeta. Sinto que, ou talvez tenha a razão do meu lado, que é nas minhas costas que alguns se querem apoiar. Sim eles e elas, vocês e outros, para onde todos nós, arrastamos o vinho doce do romance primitivo. E através desta vulgaridade poética, concluí que é apenas uma questão de sentir o que me envolve, e não o que vos envolve, ou mesmo jogos de querer ver quem engana mais quem, ou de uma qualquer fonte questionável. O que escrevo é uma questão de intuição e de percepção, e não de demonstração ou de procura. O que escrevo é a minha vida. Uma vida de um quase poeta de revolta imediata, e amor de longe, cruzado com esperança de regressar a amar que, como uma lenda de um século anterior gritou:
"ATÉ Á VITORIA , SEMPRE!"
Ou como estas palavras surgiram neste momento:
"ATÉ AO AMOR, SEMPRE!"
Sugiro que esta última citação seja o único árbitro destes meus pensamentos, e assim sejam entendidos. E se os levarem para outras dimensões e patamares, não me culpem. Na verdade, não desejo condenar coisa alguma, porque sou apenas um operário fabril na industria da panificação. E não juíz, advogado, treinador, professor e muito menos um comentador assíduo da vida de alguém. Escrevo apenas para fazer ver-me a mim próprio, o sentir de mil contrastes, conflitos presos que á muito fugiram da minha realidade, e com isso definir melhor os meus objetivos de vida. Portanto agora trata-se de assumir as minhas tensões e de equilibrá-las criativamente, sem querer excluir ou maltratar alguém, por mais que queira, não quero, nem possuo esse poder. Toda a minha moral, toda a minha vida, assim como toda a minha doutrina política baseia-se num princípio, a composição do contrário e dos pólos opostos. Que toda a pessoa, é no fim de um todo detentora de um valor moral. Que deve ser no homem e na mulher, a essência do ser. Sentirem-se livres e ligados por uma união que ao mesmo tempo nos distingue de todos, e junta a todos, na qual todos somos responsáveis exclusivos pela maneira de pensamento, de amar únicamente em relação a todos. E para terminar, e na minha opinião, e para o interesse de todos, e para rimar, e para falar de maneira geral, é que não desisto, e não desistam de procurar a existência de um Amor essencial.

(André...)

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